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Imagem: Plínio Fuentes

 

 

 

Nas tuas fotografias, sempre tão linda, odeio pensar na câmera, capturada em uma armadilha através do espelho. A presença dela me faz lembrar que naquela fração de segundo em que o obturador esteve aberto, você não esteve minha. Queria que fosse eu o eterno prisioneiro do espelho. Não a câmera.

 

 

© Eduardo Ferreira Moura